Tag Archive for crônica

O que você fez pelo mundo hoje?

Às vezes eu me questiono se algo que estou fazendo é em benefício próprio, para o meu bem-estar e satisfação, ou se outras pessoas também podem ser atingidas. Não acredito no acaso, em um vida sem propósito, ao estilo “viva la vida loca”. Acredito que temos muita responsabilidade por tudo que acontece no mundo. Mas confesso que é difícil viver sem… Read more →

Entre a dúvida e a incerteza

“Não sei.” “Mas e se…?” “Não sei, poxa!” “E o que faço com o medo?” “Tem como driblar?” “A insegurança não me deixa fazer.” Nem só de dias de certeza absoluta “vive a vida”. Concorda comigo? Aliás, cada dia, em seus diferentes acontecimentos, parece servir para colocar na nossa cabeça o ponto de interrogação e o eterno questionamento: “o que… Read more →

Laços da vida

Hoje acordei com o anseio incessante de apertar tão forte os laços que me unem às pessoas que amo, que nada no mundo teria a capacidade de desfazê-los. Às vezes (muitas vezes) me pergunto por que é tão difícil mantê-los firmes, sem que se soltem com facilidade. A vida modifica com tanta intensidade os acontecimentos, as rotinas, os acasos e… Read more →

Um pedido de desculpas publicamente

“Ei, psiu, não vamos compartilhar nossa leitura hoje?” “Você aí, por que anda tão distante?” “Sabia que eu estou aqui há mais de dois anos te esperando?” “Já eu estou há muito mais tempo a sua espera!” “Que bom! Cheguei faz poucos dias, mas nem por isso deixo de ter menos privilégio ou sentimento.” “Ok, chega! Minha paciência esgotou-se!” “Calma,… Read more →

Da poesia à crônica

Ontem me atrevi a ser poeta. Queria discorrer sobre o amor, então peguei uma folha de um velho caderno, uma caneta de tinta azul e fui para a varanda da minha casa me encontrar com as estrelas e a luz do luar. Sentada nas escadas, escrevi sem dar pausa às mãos sobre o que é amar e ser amada. Das… Read more →

Da janela lateral

“… do quarto de dormir, vejo uma igreja, um sinal de glória. Vejo um muro branco e um voo pássaro. Vejo uma grade e um velho sinal”. O tempo cronológico passa, o tempo da mente para e se prende ao ato de observar. Que vida é esta que insiste que preciso contemplar, ou apenas assistir, as passagens e paradas alheias… Read more →